Infelizmente, o hábito de fazer backup de arquivos não costuma ser praticado com a regularidade que devia. Inclusive, muitos utilizadores aprendem a relevância da pior maneira: com a perda de informações importantes.

São muitas as variáveis que podem afetar a segurança dos ficheiros de uma máquina. Pode ser devido a falhas no sistema ou humanas, formatações e até mesmo ataques cibernéticos.

Para não ter que lidar com todo o transtorno resultante destas situações, vamos explicar a importância do backup dos ficheiros.

Backup: Conheça a importância e as principais maneiras de o fazer

O backup não é nada mais do que uma cópia de segurança dos arquivos salvos num dispositivo. A principal finalidade é impedir que dados e informações importantes se percam em caso de ataques ou qualquer outro problema no computador.

Conforme dito, os dispositivos estão sujeitos a ameaças constantes, como por exemplo:

  • Invasões
  • Vírus
  • Falhas no sistema operacional
  • Hardware defeituosos
  • Falha de energia

Não importa a origem do problema, o facto é que uma simples falha pode colocar em risco informações essenciais para as atividades de um negócio. Ou até mesmo prejudicar um utilizador comum.

Desta forma, é preciso certificar-se de que todos os arquivos e dados estão sempre protegidos em qualquer situação. E para isso temos o sistema de backup de ficheiros.

Tipos de backup

É importante destacar que existem diferentes tipos, recomendados para diferentes tipos de situações.

De seguida listamos os 4 principais e como funcionam, para que possa escolher o mais adequado.

1 – Completo

Como podemos inferir, no completo é feita uma cópia de todos os arquivos contidos no dispositivo. Durante este processo, caso seja utilizado um sistema automático, os dados copiados são marcados para não serem duplicados.

É indicado quando as cópias de segurança estão a ser feitas pela primeira vez. A partir de então há outras maneiras de manter os arquivos atualizados e completos.

2 – Incremental

Este, por sua vez, realiza cópias de arquivos que já foram alterados ou criados do zero após a cópia de segurança normal.

Ou seja, este tipo de cópia de segurança é responsável por acrescentar as novas informações dos documentos que já estavam salvos anteriormente. Este processo é mais ágil e em pouco tempo os dados estão seguros.

Quando é feito de modo automático, os dados copiados são marcados para que não sejam feitas novas cópias do mesmo arquivo.

3 – Diferencial

Aqui o processo é semelhante ao anterior, ou seja, só é feita a cópia dos arquivos criados ou modificados desde o anterior. Tem este nome pois apenas informações diferentes da cópia anterior são armazenadas.

Neste caso, ao utilizar sistemas automáticos, o armazenamento não é marcado. Isto significa que pode haver cópias duplicadas, exigindo mais espaço para armazenamento, o que torna o processo mais demorado.

A principal vantagem é que caso ocorra a perda de arquivos, o tempo para ter acesso às cópias de segurança será menor.

4 – Diário

Por fim, temos o diário, que realiza cópias de segurança todos os dias. É importante para aqueles que precisam confiar na data de um arquivo.

Os sistemas de cópias de segurança marcam a data em que foram feitos os backups e não os arquivos copiados. Assim, no armazenamento, o utilizador terá acesso a uma cópia de todos os documentos diariamente.

É importante relembrar que os backups podem ser feitos através de dispositivos externos, como pendrives e HD’s, ou então na nuvem.

Mantenha a periodicidade do backup e evite dores de cabeça pela perda de arquivos importantes!

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