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7 dicas para aumentar a produtividade com o Outlook web

O Outlook web é um produto oferecido pela Microsoft. Antes era apenas um serviço de webmail, mas foi atualizado e agora possui uma ligação direta com uma série de programas oferecidos pela gigante da computação.

Ferramentas como o Outlook são importantes para a nossa vida, especialmente no aspeto profissional. Através das suas funcionalidades é possível organizar-se melhor e assim conseguir ser ainda mais produtivo.

A seguir, falamos mais sobre o Outlook web e trazemos-lhe 7 dicas para otimizar a rotina aproveitando da melhor forma as suas funções.

Outlook web: 7 dicas que vão otimizar a produtividade no dia a dia

O mundo corporativo gira em torno do e-mail. Independente do ramo de negócio, é quase certo que todos os dias tem de lidar com dezenas, e talvez centenas, de e-mails na caixa de entrada.

As últimas versões do Outlook web trouxeram uma série de novas funcionalidades, que visam facilitar a vida dos utilizadores. A seguir, apresentamos alguns destes recursos que vão trazer mais produtividade para a rotina.

1 – Aceder aos e-mails mesmo quando estiver offline

Quem possui uma conta no Outlook já percebeu que os e-mails recebidos ficam disponíveis mesmo em estado offline.

Assim, caso precise de ler alguma mensagem e não consegue aceder à internet, poderá fazê-lo sem qualquer dificuldade, o que traz mais praticidade para o dia a dia.

2 – Associação de categorias

Com o Outlook web também é possível associar uma categoria aos e-mails, facilitando a localização dos mesmos e deixando a caixa de entrada mais organizada.

Além disso, pode colocar cores, tarefas e eventos caso seja necessário, de acordo com as suas necessidades.

3 – Procura pelos e-mails

Sabe quando precisa de encontrar aquele e-mail que foi enviado há algum tempo, e por isso foi parar ao final da sua caixa de entrada?

Pois saiba que com o Outlook pode pesquisar pelas mensagens através de pastas, colunas diferentes e pesquisas em geral. Consegue também classificar as mais importantes, para não perder tempo em pesquisas intermináveis.

4 – Marque as mensagens importantes

Além de facilitar a procura pelos e-mails, o Outlook permite marcar aqueles que são mais importantes. Assim, prioriza os e-mails mais importantes e mais recentes da caixa de entrada.

Também é possível adicionar lembretes de sinalização nas mensagens que desejar.

5 – Agendamento de eventos

Se é uma pessoa que possui muitos eventos e reuniões e precisa de uma aplicação que o ajude a lembrar-se destas datas irá apreciar ainda o Outlook.

A funcionalidade do agendamento de eventos vai facilitar a organização e permitir que se recorde dos compromissos agendados.

6 – Classificação de e-mails

Essa é uma opção que ajudará a lidar com as mensagens que chegam à caixa de entrada. Algo que proporciona muitas vantagens e uma conta mais organizada e limpa.

Uma forma de deixar a caixa de entrada arrumada, permitindo que seja capaz de encontrar os e-mails no futuro sem problemas.

Para isso, pode escolher a pasta que deseja colocar um e-mail ou, até mesmo, criar uma categoria nova de acordo com as suas necessidades.

7 – Partilha de links

O Outlook web também permite a partilha de links de documentos, invés de enviá-los como anexos. As vantagens deste recurso são muitas, como não ocupar espaço na caixa de e-mail, nem nas caixas dos destinatários.

Ao compartilhar um link do OneDrive não é preciso se preocupar se está a enviar o documento mais atual, por exemplo. Porque os destinatários poderão ver as últimas alterações, além de possibilitar o trabalho em conjunto em tempo real.

Seguindo estas dicas, economizará alguns preciosos minutos nas interações diárias com o correio eletrónico. Além de obter uma caixa de entrada mais limpa e organizada.

Otimize o Outlook web de forma a facilitar e agilizar o acesso às informações, sempre que necessitar. E, garantimos-lhe que a sua produtividade irá agradecer.

A importância de ter um bom anti malware instalado

As ferramentas anti malware são uma componente essencial de qualquer programa de segurança para empresas ou utilizadores individuais.

Este tipo de solução visa identificar ações e arquivos maliciosos, bloqueando-os antes que haja quaisquer danos na máquina.

Com diferentes formas de implementação, esses sistemas tendem a incorporar as mesmas técnicas de identificação de ameaças.

Nesse sentido, é importante conhecer essas técnicas. Uma vez que poderá perceber melhor quais são os softwares anti malware mais adequados para garantir a proteção do seu dispositivo.

Neste artigo iremos explorar essas técnicas de forma a esclarecer a importância destes componentes no seu dia a dia.

Anti malware: Qual o seu papel na proteção dos dispositivos?

Primeiramente, é importante saber que o termo malware é inglês e a tradução significa “software malicioso”. Ou seja, um malware refere-se a qualquer software capaz de infetar um sistema sem o conhecimento do utilizador.

É importante frisar que esse software intencionalmente causa danos, alterações e, pode mesmo, roubar informações que estejam no dispositivo. A par disso pode também bloquear o acesso do utilizador ao sistema.

Sendo um termo usado para referir-se a uma variedade de modelos de software hostil, o malware pode manifestar-se de maneiras diferentes. Como por exemplo por código executável, scripts de conteúdo ativo, ou outros softwares.

Veja como funcionam as soluções anti malware

As soluções anti malware identificam ameaças de diferentes maneiras, dependendo das características de cada ferramenta e do local de aplicação.

Basicamente, esses softwares analisam um determinado arquivo, código, plugin ou amostra, investigando se há perigos. Em seguida, reportam os resultados e paralisam a execução dos programas.

De seguida, há o processamento de uma amostra do arquivo. Com isto, o objetivo é determinar se é criptografado, desvendando o formato e outras características.

A partir dessas informações, o software determina como analisar o mesmo. Quando a amostra está pronta para análise, a ferramenta utiliza diversos filtros de deteção, verificando se há ou não ameaça.

Dependendo da ferramenta anti malware, o arquivo pode ser aberto e monitorizado num ambiente restrito.

Os tipos de deteção podem basear-se em:

1 – Assinatura

Essa tecnologia utiliza aspetos-chave do arquivo examinado para criar uma impressão digital de malwares já conhecidos.

Dessa forma, a assinatura pode representar uma série de bytes no arquivo, assim como uma hash criptográfica do arquivo ou das suas secções.

2 – Heurística

Visa uma deteção generalizada de malwares, analisando estatisticamente os arquivos para procurar características suspeitas.

Por exemplo, uma ferramenta anti malware pode procurar por instruções incomuns ou códigos maliciosos no arquivo analisado.

3 – Comportamental

Analisa o processo de execução de um programa, e não simula apenas a forma de execução. Esse método tenta identificar malwares ao investigar possíveis comportamentos suspeitos.

4 – Em nuvem

Identifica malwares ao recolher dados de computadores protegidos. A análise é realizada na própria infraestrutura do provedor – não se trata, assim, de uma análise local.

5 – Malwares invisíveis (sem arquivo)

Esse método de deteção é um dos avanços mais importantes e recentes nas tecnologias anti malware. Aqui, os malwares são detetados com base num script ou comando.

Para quem pretende garantir a segurança contra ataques cibernéticos, a utilização de softwares anti malware e a obtenção de melhores hábitos de consumo online são os pontos de partida.

Inclusivamente, programas de defesa deste género podem ser obtidos em versões gratuitas, dependendo da necessidade. Lembre-se que uma infeção na máquina pode levar a transtornos e ocorrências irreparáveis.

A prevenção é sempre o melhor caminho, e agora que já sabe como funcionam os sistemas anti malware avalie qual o que melhor se adequa ao seu perfil. E assim garanta sempre uma navegação mais segura e com menos riscos. Qualquer dúvida que tenha, não hesite em falar connosco.

Tudo o que precisa saber sobre um datacenter

Alguma vez ouviu falar de um datacenter? A maior parte das pessoas não faz ideia do que estamos a falar. Porém, deixamos-lhe este exemplo: Se boa parte dos serviços e tecnologias que temos não existissem, ou acabassem de um momento para o outro, o mundo literalmente parava.

Assim, será que consegue perceber um pouco o tamanho da sua importância na era tecnológica?

Mas para compreender melhor como funcionam e qual é o seu papel na organização de dados e informações, elaborámos este artigo. Vai ficar a saber tudo o que precisa sobre um datacenter!

Datacenter: O que são e a sua importância

Podemos definir um datacenter como um local onde são armazenados dispositivos, de uma empresa ou organização, que têm uma alta exigência de processamento e armazenamento de dados. Esse processamento varia de acordo com a necessidade de cada empresa. E, pode reunir milhares de servidores, banco de dados informatizados e componentes auxiliares.

Os datacenter para além de processarem de maneira adequada grandes quantidades de informação, são projetados para funcionar de forma constante. Conseguindo garantir o acesso irrestrito ao sistema de forma confiável e segura.

Para além dos equipamentos utilizados, há outro fator determinante para a criação desta ferramenta. Estamos a falar da escolha da localização onde serão construídos.

Preferencialmente, opta-se por locais menos suscetíveis a ocorrências geológicas, nomeadamente terremotos ou furacões. Outros fatores a ter em consideração são:

  • Acesso a duas ou mais redes de energia independentes
  • Acesso a Redes de dados ou links
  • Proximidade com grandes centros

Geralmente, os datacenters são divididos em duas categorias:

1 – Datacenter Privado

Um datacenter privado é operado por corporações, instituições ou agências governamentais. Tem como finalidade armazenar dados de processamentos internos e gerir aplicações, como a manutenção de sites governamentais.

2 – Internet Datacenter

É gerido por um prestador de serviços de telecomunicações. Tem como objetivo principal fornecer serviços de alojamento de sites e de equipamentos de empresas, bem como serviços de conexão de Internet.

Além dessas duas categorias, os datacenters também podem ser encontrados na modalidade física e virtual.

Datacenter físico vs. datacenter virtual

Existem diferenças consideráveis, especialmente no que se refere ao custo de manutenção destes dois tipos de datacenters.

Um datacenter físico é construído e administrado por uma empresa e exige vários investimentos. O investimento inicial de compra e montagem dos equipamentos, e o custo fixo alto de manutenção.

A manutenção inclui gastos que são essenciais para garantir o bom funcionamento e a disponibilidade do sistema. Falamos por exemplo dos custos associado a:

  • Mão de obra especializada
  • Segurança (tanto do sistema como do local)
  • Energia
  • Peças de reposição

Por outro lado, o datacenter virtual é mantido integralmente na nuvem. Ou seja, uma empresa X vende uma parte da sua estrutura para que outra corporação Y monte a sua infraestrutura.

Dessa forma, a corporação Y funcionará como se tivesse os seus próprios servidores e redes, só que de forma virtualizada.

Nesse caso a infraestrutura não é física, mas sim comercializada como um serviço em que o acesso é feito via web.

Este tipo de datacenter tem um custo reduzido e fornece a possibilidade de trabalhar sempre com tecnologia de ponta e escalabilidade simplificada. É a melhor opção para empresas que querem focar-se nos negócios sem abrir mão da qualidade.

Por tudo isto verifica-se a enorme importância de um datacenter, uma vez que a sua estrutura é focada no funcionamento ininterrupto de redes de servidores.

Estes são capazes de processar, armazenar, receber e fornecer dados de diversas naturezas e com os mais variados propósitos.

Boa parte dos serviços e tecnologias de que dispomos na atualidade, só existem graças ao funcionamento de toda esta infraestrutura.

Windows server ou Linux: qual a melhor opção para si

O software mais importante de qualquer computador é o sistema operativo. Entre as diversas opções encontradas no mercado atualmente, o Windows server e o Linux destacam-se como os mais populares.

Mas entre estas duas opções, qual é o melhor sistema operativo para o seu computador?

Para responder a esta pergunta é preciso conhecer as principais características dos dois sistemas. E assim concluir qual atende melhor às necessidades de cada caso.

Hoje vamos esclarecer estas questões. No fim irá conseguir decidir se deve utilizar o Windows server ou Linux.

Windows server vs Linux: Quem leva a melhor neste duelo?

O Windows server é o sistema operativo mais popular da atualidade e é produzido pela Microsoft. Já o Linux foi inicialmente produzido pelo programador finlandês Linus Torvalds no sistema open source.

A seguir vamos fazer algumas comparações das principais características de ambos. Assim irá ser mais simples ajudá-lo a decidir qual deles é a melhor opção para si.

1 – Custo

Em relação ao custo, a aquisição do sistema Linux é mais barata. Isso porque é um software gratuito e livre, disponível sob a Licença Pública Geral (GPL).

Isto significa que não é preciso pagar licenças para tê-lo nos dispositivos. Apesar de ser gratuito, o download é simples e seguro, podendo ser encontrado em diversos locais da web, incluindo sites oficiais.

Já o Windows server necessita de um investimento. Isso pode ser uma desvantagem para uma empresa que possui diversas máquinas, por exemplo.

2 – Interface e utilização

Linux e Windows server seguem caminhos distintos quando o assunto é a interface gráfica e a facilidade de utilização.

O sistema operativo da Microsoft é único, ou seja, é sempre a mesma interface e a mesma maneira de operar. Já o sistema Linux pode variar muito mais, oferecendo interfaces gráficas completamente diferentes que o utilizador pode personalizar.

Este aspeto pode ser uma vantagem ou desvantagem. Se considera a personalização importante e quer manipular o sistema operativo à sua maneira, o Linux é a solução perfeita.

Isto porque permite “criar” um sistema com a interface mais adequada ao gosto de cada um. Para além disto, cores, ícones, elementos e efeitos gráficos também podem ser modificados.

3 – Segurança e privacidade

Este é um tópico muito importante e de grande preocupação, principalmente quando o assunto envolve informações corporativas e privadas.

A Microsoft oferece atualizações constantes com boas ferramentas de segurança que colaboram para uma experiência agradável do utilizador.

Além disso, existem diversos softwares pagos (ou gratuitos) que visam proteger os utilizadores de ameaças de vírus e outras invasões.

Infelizmente, por ser um sistema muito conhecido, é um alvo constante de ataques maliciosos. Isso exige aos programadores do Windows uma atenção constante para manter as atualizações de segurança em dia.

Os utilizadores do Linux, por sua vez, podem sentir-se mais seguros, especialmente no que toca à política eficiente de privilégios do utilizador.

Como os programas mudam de acordo com cada utilizador é necessário usar a senha do administrador para aceder e modificar qualquer configuração do sistema.

Assim, caso haja alguma infeção, o vírus não se consegue espalhar pelo sistema, o que torna a solução mais fácil e o prejuízo menor.

Inclusive, de acordo com um estudo encaminhado pela SUSE Linux Enterprise, 83% das empresas optam pelo Linux nos seus dispositivos. Quer seja pela segurança ou pela independência dos seus fornecedores.

4 – Recursos

De forma geral, podemos afirmar que o Windows server e o Linux equiparam-se nos recursos oferecidos. Além disso, atualmente, o suporte a hardware é similar nas duas plataformas.

Isso significa que se algum componente funciona no Windows, é bem provável que o seu suporte já esteja também implementado no Linux.

5 – Atualizações e suporte

As atualizações são necessárias para manter o sistema seguro e estável. Em relação às atualizações para Windows, a Microsoft tem se empenhado para as manter em dia.

Mas por ser a única empresa responsável em detetar as falhas e a elaborar soluções, pode haver algumas desvantagens. Por exemplo, o tempo entre o aparecimento da falha de segurança e a disponibilização da atualização pode ser longo.

Enquanto o Windows conta com um suporte centralizado, o Linux conta com uma extensa comunidade de programadores. E são estes que estão dispostos a estudar e a corrigir possíveis problemas que surjam na plataforma.

Além disso, todas as atualizações são gratuitas e sem data de validade.

Conclusão

Por fim, a comparação entre o Windows server e Linux em 2020 não apresenta tantos contrastes como há alguns anos.

As duas plataformas são praticamente equiparadas em relação a Apps, facilidade de uso e suporte.

Pode-se dizer que os fatores que mais os diferenciam ainda são a questão da personalização do sistema e custo de aquisição.

Por um lado, o produto da Microsoft é pago. Porém a instalação é mais fácil e a utilização é feita para utilizadores que não estão interessados em aprender mais sobre computadores.

Por outro lado, o Linux é completamente personalizável e dá mais liberdade de controlo ao utilizador. Mas um dos pontos negativos ao adotar o Linux é que envolve um período de adaptação e estudo para perceber e resolver alguns problemas iniciais.

Assim, concluímos que na hora de decidir, é preciso ter em mente as características do Windows server e do Linux. E principalmente o uso que pretende aplicar. Só assim poderá escolher a melhor opção.

Segurança online: O que precisa de saber sobre este tema

Estar conectado, hoje em dia, é uma questão de necessidade. Por isso, é preciso ter atenção redobrada em relação à segurança online. Só assim poderá utilizar, sem receio, todos os recursos que a internet tem para oferecer.

Seja para trabalho remoto, plataformas de educação e até mesmo para diversão, é preciso estar seguro.

Existem diversas dicas e medidas de proteção que devem ser adotadas para manter a integridade dos seus dados e evitar ataques virtuais.

Mas se ainda tem dúvidas sobre a importância da segurança online, continue a ler este artigo e descubra tudo o que precisa saber sobre o assunto.

Segurança Online: Dicas para garantir a sua proteção na internet

A internet é um universo que oferece muitos recursos e facilidades para nosso dia a dia. E, esse é o motivo pelo qual passamos boa parte do tempo conectados. Mas também acabamos por ficar sujeitos aos chamados ataques cibernéticos.

Seja a navegar em lojas virtuais, utilizando bancos digitais, ou até mesmo ao aceder às redes sociais, estamos expostos a todo o momento. E, sem recursos de segurança online seria impossível usufruir tranquilamente destes serviços.

É importante destacar que a segurança deve ser prioridade tanto para os utilizadores, quanto para empresas que oferecem os seus produtos e serviços na web. Ambos devem garantir uma navegação mais segura e sem riscos.

Veja a seguir algumas dicas simples, mas que fazem toda a diferença, para se sentir mais seguro ao navegar online.

1 – Utilize um antivírus nos seus dispositivos eletrónicos

Um antivírus é capaz de manter as suas informações protegidas contra os principais meios de ataque virtual. Entretanto é preciso mantê-lo sempre atualizado para que seja eficaz.

2 – Navegue em sites ou plataformas já reconhecidas no mercado

Antes de aceder a um site ou plataforma online, é importante procurar informações sobre a sua reputação.

Com uma pesquisa rápida pode encontrar avaliações de outros utilizadores, e assim verificar o nível de confiança dessa empresa, como ela funciona e se o que a plataforma diz confere com a realidade.

Quando se trata de bancos com propostas 100% digitais, ou qualquer tipo de empresa que lide com dinheiro na internet, esse cuidado deve ser ainda maior.

Cuidados de segurança online são válidos para qualquer situação em que os seus dados e informações possam ser usados indevidamente.

3 – Utilize senhas seguras

Essa é uma dica que apesar de óbvia, deve sempre ser reforçada.

Não use como senhas de acesso datas de aniversários, nome do animal de estimação ou qualquer informação que possa ser facilmente encontrada online.

Quanto mais complexa, mais segura a senha será.

4 – Seja adepto da autenticação dois fatores

Garanta o login e uso seguro de plataformas com a verificação em duas etapas sempre que for possível.

Este recurso de segurança permite a recepção de um código por mensagem no seu telefone ou e-mail. Isso irá servir como forma de confirmação de identidade.

A par disso será avisado caso alguém tente invadir a sua conta, já que será exigida a verificação.

5 – Não instale softwares suspeitos

Na dúvida, não instale. Os programas podem estar infectados e conter malwares que podem roubar dados do seu computador.

Opte por softwares de empresas que já conhece e que têm credibilidade no mercado.

6 – Fique atento aos falsos e-mails e anexos

Muitas vezes os e-mails são corrompidos e falsos e-mails caem na sua caixa de entrada. É muito comum tratarem-se de assuntos como emprego, dinheiro e tracking de encomendas. Não clique em links ou anexos enviados por endereços virtuais desconhecidos.

A segurança online é primordial, uma vez que a internet é uma ferramenta que utilizamos quase que constantemente em vários aspectos do nosso cotidiano.

Siga as nossas dicas e pratique uma navegação mais segura, mantendo os seus dados e informações longe de ataques maliciosos que podem trazer-lhe muito prejuízo e dores de cabeça.

O que é e como funciona a autenticação de dois fatores

O mundo virtual é repleto de pessoas mal intencionadas, que a qualquer momento podem invadir o seu sistema informático. Pior que isso… Podem causar muitos transtornos e prejuízos de ordem financeira e pessoal. De modo a acrescentar mais uma camada de proteção à navegação da web, muitas empresas já utilizam o recurso da autenticação de dois fatores. Falamos essencialmente do Google e aplicações bancárias.

Se já ouviu falar neste sistema, porém não lhe deu a devida importância, talvez seja o momento de rever este conceito.

A seguir, preparamos um artigo com tudo o que precisa saber sobre a autenticação de dois fatores. Além disso explicamos-lhe porque é que deve implementar este recurso na sua empresa.

Autenticação de dois fatores: A importância deste recurso extra na proteção de dados

Podemos definir a autenticação de dois fatores como um recurso que impede o acesso de estranhos a contas pessoais. Este método reforça assim, a sua segurança digital.

O seu funcionamento não é nada complexo, e consiste em acrescentar uma segunda camada de autenticação pessoal, ao realizar o login num site ou sistema.

Geralmente, isso requer que um código temporário seja inserido para prosseguir com o acesso.

Grandes empresas já utilizam a autenticação de dois fatores para proteger os seus sites de acessos indevidos.

Dessa forma, mesmo que alguém obtenha o seu nome de utilizador e senha, isso não será suficiente para entrar na sua conta. Isso porque o código temporário é enviado para um dispositivo que somente o utilizador pode aceder.

Métodos mais comuns deste recurso

Existem várias formas de implementar a autenticação de dois fatores num site ou sistema. Falamos de:

  • Biometria
  • Autenticador via QR Code
  • Dispositivos USB
  • Certificados
  • Assinaturas digitais

Os mais comuns, porém, são feitos através de e-mail ou código SMS, e é sobre eles que iremos falar hoje.

1 – Autenticação por e-mail

A autenticação por e-mail é muito utilizada pelo Google como forma de efetuar uma segunda validação de identidade.

Geralmente, este recebe um código para o e-mail registado, através do qual poderá confirmar a sua identificação.

Apesar de bastante comum, este método possui algumas desvantagens, quando comparado com o envio de SMS.

Isso porque a senha do e-mail pode ser a mesma, possibilitando o hacker a ter acesso a ambos. Ou pode acontecer o não recebimento do código devido a problemas de conectividade.

Além disso, esse é um método mais complexo para ser implementado.

2 – Autenticação por SMS

Por outro lado, a autenticação por SMS costuma ser mais fácil de ser integrada, possui um baixo custo e o envio do código dá-se de forma mais rápida.

Não é à toa, o SMS é a forma mais usada para validar a autenticação em dois fatores. Isso porque a grande maioria das pessoas carregam os seus smartphones em todos os momentos, o que garante a maior efetividade do recurso.

A importância da autenticação de dois fatores

Atualmente, a segurança na internet é um dos principais pilares para quem trabalha com sites, blogs ou a sistematização de processos numa empresa.

Garantir a integridade de dados é fundamental para o crescimento da empresa. Mas também como forma de transmitir maior credibilidade aos utilizadores que procuram serviços na internet.

Dessa forma, independentemente do tamanho da sua empresa, deve considerar a autenticação de dois fatores como um dos recursos a serem aplicados no âmbito de segurança de dados.

O método pode não ser infalível, porém é o recurso mais seguro que se tem disponível até hoje. Tanto que grandes empresas o utilizam nos seus sistemas, conforme mencionamos.

Agora que já conhece a autenticação de dois fatores, considere implementar este método no sistema da sua empresa, e garanta mais segurança e proteção para os seus negócios.

7 motivos pelos quais deve fazer o backup remoto dos seus dados com frequência

Guardar documentos em formato físico é coisa do passado. Até mesmo os órgãos governamentais já se renderam às facilidades da virtualização de processos para otimizar seu funcionamento. Neste sentido, podemos encontrar soluções práticas como o backup remoto, ou backup em nuvem. Este que pode ser utilizado por qualquer pessoa. 

Ao invés de arquivar documentos físicos ou tê-los todos salvos num servidor dentro da sua empresa, é possível enviar toda a sua base de dados para a cloud, hospedando-a em servidores virtuais.  

Mas conhece as vantagens deste tipo de serviço? Vamos apresentar-lhe algumas! E, no final deste artigo certamente estará convencido do motivo pelo qual deve fazer o backup remoto dos seus dados com frequência.  

Backup Remoto: 7 vantagens de o fazer para proteger os seus dados  

A computação em nuvem, ou cloud computing, é uma tecnologia que trouxe diversas facilidades ao mundo corporativo. A partir dela, as empresas passaram a salvar os seus arquivos num servidor externo ou usar sistemas totalmente online.  

Nesse cenário, surgiu o backup remoto. Essa é uma modalidade de cópia de segurança de baixo custo e alta eficiência 

A vantagem deste sistema é que os documentos são criptografados e o processo é realizado automaticamente, num horário determinado.  

Isso gera diversos benefícios, como otimização dos processos, redução de custos, aumento da segurança 

Veja a seguir 7 motivos pelos quais deve fazer o backup remoto dos seus dados regularmente.

1 – Segurança da informação

Um bom provedor de backup remoto garante total segurança dos dados. Isso porque trabalha com criptografia (codificação dos dados), boas práticas, ferramentas e profissionais capacitados.  

Mesmo que ocorram ataques virtuais às máquinas corporativas, os dados estarão protegidos com o fornecedor de nuvem. 

Além disso, como os dados são copiados e ficam disponíveis nos centros de dados do fornecedor, até mesmo outras ocorrências como desastres naturais e incêndios, não vão prejudicar os dados. Estes estão 100% seguros com o backup remoto. 

2 – Menores custos 

Todo o custo de aquisição de ferramentas e hardwares para armazenar e fazer cópias de segurança internamente são mitigados 

Também o fato de poder contratar somente o necessário e ter flexibilidade para expandir a capacidade conforme o negócio cresce pode significar diminuição de gastos de TI.  

3 – Facilidade de implementação 

Longe vai o tempo em que era necessário um período de implementação de equipamentos e softwares para fazer backup nos servidores internos.  

Com o backup remoto basta assinar o contrato com o provedor para ter a solução em questão de minutos. 

4 – Mobilidade para a empresa

Ter os dados na nuvem é ter a garantia de acesso a qualquer hora e em qualquer lugar. Basta ter acesso à internet, e recuperar os arquivos através de um computador ou de uma app de smartphone.  

Não há necessidade de ter de viajar com um computador ou voltar ao escritório para ver um arquivo importante, por exemplo.

5 – Simplicidade de gestão e recuperação 

Soluções de backup na nuvem tornaram a gestão e a recuperação de ficheiros numa tarefa mais fácil do que no formato tradicional. Basta ter a chave de acesso e realizar alguns cliques para encontrar e restaurar arquivos de backup.

6 – Facilidade de utilização

Todas as soluções em nuvem tendem a ter gestão e interface de utilizador baseadas na web, e os backups são realizados de forma automática.  

Será preciso somente sincronizar os dispositivos, o que facilita para os utilizadores não tenham de esperar por manutenções de cada uma das máquinas para ter os seus ficheiros salvos.  

7 – Sigilo absoluto

Muitos empreendedores ainda resistem a utilizar backup remoto por medo de ter os seus dados divulgados na internet. Entretanto, ao contratar um bom provedor de serviços não precisa de se preocupar com este tipo de situação. 

Fornecedores de backup em nuvem investem em tecnologia de ponta para manter os dados dos seus clientes sob total sigilo.  

Fazer o backup remoto regularmente vai garantir que todas as informações essenciais da sua empresa estejam sempre disponíveis e seguras. Se utilizar deste tipo de serviço só trará benefícios e maior facilidade para controlar a rotina dos negócios.  

A importância da cybersegurança no século XXI

A evolução tecnológica alterou drasticamente a forma como vivemos e nos relacionamos. Hoje em dia é impossível não ter pelo menos um dispositivo eletrónico como telemóvel ou computador nos quais armazenamos informações preciosas.

A massificação da utilização da internet trouxe consigo uma nova visão acerca da segurança de dados e informações privadas. Isso ocorreu devido ao aumento considerável das ameaças virtuais. Assim, hoje resolvemos falar de cybersegurança e da sua importância na atualidade.

Cybersegurança: O que é afinal?

Podemos definir cybersegurança como uma prática que protege computadores e servidores, dispositivos móveis, sistemas eletrónicos, redes e dados contra ataques maliciosos como é o caso do RansomWare.

Pode ser também referenciada como segurança da tecnologia, e sua aplicação dá-se em diferentes âmbitos. Falamos desde de seguida.

1 – Segurança de rede

Consiste na proteção de uma rede de computadores contra intrusos, sejam eles invasores direcionados ou malware.

2 – Segurança de aplicações

Consiste na implementação de práticas voltadas para a proteção de softwares e dispositivos.

Porque uma app comprometida pode fornecer acesso aos dados que pretende proteger.

3 – Segurança de informações

Relaciona-se com a proteção e manutenção da integridade e a privacidade dos dados, tanto no armazenamento como na transação dos mesmos.

4 – Segurança operacional

Engloba as permissões que os utilizadores têm ao aceder a uma rede.

Além disso garante os procedimentos que determinam como e onde os dados podem ser armazenados ou compartilhados.

5 – Políticas de Recuperação

Quando ocorre um incidente que infringe os termos da cybersegurança, as políticas de recuperação ditam como será feita a restauração de operações e informações para retornar à normalidade.

6 – Esclarecimento dos utilizadores

Tem por finalidade ensinar aos utilizadores medidas de segurança contra ataques cibernéticos, nomeadamente:

  • Não abrir anexos suspeitos de e-mail
  • Não conectar unidades USB não identificadas
  • Outras lições importantes para a segurança em ambiente virtual

Por que a cybersegurança é necessária nos dias de hoje?

Como se pode observar a cybersegurança está relacionada a diversas práticas e medidas que visam reduzir os riscos inerentes à utilização da internet nos seus mais diversos contextos.

É cada vez mais comum vermos casos de vítimas de ataques virtuais dos mais diversos tipos. Porém as mais comuns são:

  • Publicação de informações sigilosas
  • Roubo de senhas
  • Perda de dados
  • Ações criminosas que visam ganhos financeiros

Hoje em dia empresas dos mais diferentes setores passam por um processo de transformação digital. Ou seja, estão a virtualizar processos e operações . Isso é extremamente benéfico, mas ao mesmo tempo abre brechas para novos perigos.

Já notou como raramente precisamos deslocar-nos ao banco para resolver questões financeiras do dia a dia? Na realidade basta ter um telemóvel com a app instalada, e pode fazer pagamentos, transferências ou outras transações.

Agora imagine essa prática em escala mundial. Os bancos devem ser responsáveis pela segurança na utilização dos seus serviços virtuais em relação a todos os seus clientes.

Deu para perceber a proporção de tal responsabilidade? E não estamos a falar somente dos bancos, já que até mesmo governos e outras entidades adotam cada vez mais os processos digitais e armazenam dados sigilosos.

Daí a importância da cybersegurança, pois ao mesmo tempo em que as tecnologias se tornam cada vez mais presentes no nosso dia a dia também aumentam os riscos e perigos que rondam o universo virtual.

Por isso há cada vez mais investimentos em novos mecanismos e ferramentas que procuram atingir um alto nível de segurança digital. E todos devem ter acesso às mesmas para garantir proteção em todos os sentidos.

Adotar as medidas de cybersegurança é fundamental tanto para empresas quanto para usuários individuais. Só assim poderá reduzir o número de ataques e ameaças que espreitam redes e sistemas digitais.

Porque é que a Microsoft Cloud é uma mais valia para o negócio

Se se mantém por dentro das atualizações no universo da informática, certamente já ouviu falar no Microsoft Azure. A nuvem da Microsoft está a ser cada vez mais utilizada devido ao seu abrangente conjunto de serviços.

Por outras palavras, a Microsoft Cloud tem sido a principal opção de empresas de todos os portes e que estão à procura de inovação nos recursos de TI. No artigo de hoje vai saber porque investir neste sistema poderá ser uma opção vantajosa para os seus negócios..

Microsoft Cloud: Tudo o que precisa saber

A credibilidade da Microsoft Cloud reflete-se na sua infraestrutura global, dividida em 50 regiões, disponível em 140 países. Além disso tem o maior portfólio de conformidade e suporte mundial.

Quem adere a este serviço poderá contar com um ambiente robusto, resiliente e confiável para as mais variadas cargas de trabalho.

Entre as muitas vantagens que a nuvem da Microsoft proporciona estão:

  • Maior eficiência
  • Flexibilidade
  • Melhor desempenho
  • Redução de custos (isso porque o cliente paga somente pelo que usar)

Conheça de seguida algumas vantagens oferecidas pela Microsoft Cloud que podem convencê-lo que este é um bom investimento para os negócios.

1 – Garantia de segurança e privacidade

Uma das maiores preocupações dos consumidores, especialmente empresas, em relação à computação em nuvem é a segurança que este sistema pode proporcionar.

De modo a sanar tal preocupação, a Microsoft investiu (muito) nos quesitos segurança e privacidade da sua Cloud. E isso garantiu-lhe liderança no ranking de certificações de segurança entre todos os provedores de nuvem disponíveis no mercado.

Dessa forma, a Microsoft Azure concede aos seus utilizadores uma plataforma segura e duradoura. E por esse motivo obteve o título de primeiro provedor de cloud reconhecido pelas autoridades de proteção de dados da União Europeia.

2 – Aumento de desempenho operacional

Os serviços da Microsoft Cloud podem ajudar em inúmeras questões, nomeadamente:

  • Maior produtividade em equipa
  • Mobilidade e ganho de tempo
  • Mais oportunidades de negócios
  • Redução da equipa de TI
  • Ganho de espaço ao diminuir a necessidade de servidores físicos

Tudo isso reflete-se no aumento nos lucros, já que estes benefícios combinados melhoram a capacidade de desempenho operacional dentro de uma empresa.

3 – Redução dos custos

A computação em nuvem elimina os principais gastos do capital de TI, sendo os principais:

  • Hardware e software
  • Implementação e manutenção dos datacenters locais
  • Eletricidade com disponibilidade permanente para energia e resfriamento
  • Especialistas de TI para administração da infraestrutura

Com a Microsoft Cloud estes gastos são “terceirizados” já que toda essa estrutura fica a cargo do provedor. Sendo que ao utilizador cabe somente o pagamento do que for de fato utilizado mensalmente.

4 – Suporte de qualidade

Contar com um suporte de alto nível é um benefício que faz toda a diferença, e isso é possível para quem aderir ao serviço da Microsoft Cloud. Frisamos que independente do tamanho do negócio terá sempre uma equipa de especialistas pronta para lhe dar apoio.

5 – Amplia a gama de oportunidades de negócios

A plataforma da Microsoft Azure possibilita através das suas ferramentas o trabalho em equipa com maior ênfase na produtividade. Desta forma a empresa pode oferecer serviços de maior qualidade aos seus clientes.

Este aumento da produtividade e o acompanhamento em tempo real por parte do cliente permitem maior transparência, gerando maior satisfação e melhoria no relacionamento.

Dessa forma a empresa consegue ampliar ainda mais a gama de oportunidades de negócios, e consequentemente aumentar os lucros.

Sabendo disso, vale a pena investir na Microsoft Cloud e maximizar ainda mais o potencial da sua empresa e dos seus negócios.

O que é um servidor cloud e quem o deve adquirir?

Se está atento às diversas inovações no mundo da tecnologia, certamente já ouviu falar de Cloud Computing, solução cloud e servidor cloud.

Estes termos referem-se à computação na nuvem, que utiliza dados de memória e armazenamento de computadores e servidores totalmente conectados. Muitas vezes é também chamado de computação em grade.

Dentro do Cloud Computing existe o servidor cloud que é a ferramenta responsável pelo armazenamento e processamento de informações e de aplicações.

É sobre estes servidores que falaremos no artigo a seguir. Como funcionam, quais as suas vantagens, e quem deve adotar este sistema.

Servidor Cloud – Tudo o que você precisa saber

A hospedagem na nuvem tem vindo a consolidar-se cada vez mais como um método vantajoso. Isso porque permite que as empresas possam montar uma infraestrutura de qualidade, mesmo sem grandes investimentos na área de TI.

Ao invés de investir numa infraestrutura de custo elevado, utiliza-se o servidor na nuvem como locador dessa mesma estrutura. Este disponibiliza todos os serviços necessários, além de ser responsável pela manutenção e atualização do sistema.

1 – Como funciona

O servidor cloud atua como um local que armazena diversos hardwares, memórias, dados e aplicações. Este ambiente opera de maneira coordenada para distribuir toda essa estrutura a diversos utilizadores que o alugam.

Essa distribuição dá-se através da cloud. Assim, a empresa que usa o serviço irá pagar somente pelo que usar. Isso faz com que haja uma poupança já que não há necessidade de investimento numa estrutura maior.

Num cloud server é possível criar e hospedar diversos dados e aplicações, desde um sistema empresarial, até jogos ou sites.

Para facilitar a visualização deste sistema, basta imaginar que num servidor cloud há vários computadores que pertencem a empresas e utilizadores diferentes. Estes dividem custos em relação à computação e armazenamento contratados.

Sobre o Servidor Cloud e Servidor Cloud Gerido

Em relação ao serviço prestado este pode ser dividido entre servidor cloud e servidor cloud gerido.

Em relação ao primeiro, o servidor irá disponibilizar uma estrutura na nuvem, a qual irá suportar as aplicações, sites, e tudo o mais que deseje armazenar. Neste caso o espaço e desempenho são personalizados pelo utilizador.

Assim, o mesmo torna-se responsável pelo controlo do sistema operacional, monitorização, backup e configurações. O único trabalho do servidor é garantir que o serviço esteja sempre disponível.

Essa forma de servidor cloud é mais indicada para empresas que tenham algum suporte de TI. Isso porque exige conhecimento técnico para a gestão do sistema.

Já no servidor cloud gerido toda a monitorização, backup e suporte é administrado pela empresa de hospedagem.

Ao utilizador caberá apenas solicitar ao servidor as configurações e aplicações que precisa que sejam instaladas ou configuradas.

Essa opção acaba por proporcionar maior praticidade ao empresário, que poderá manter o foco nos negócios sem ter de se preocupar com a gestão de sistemas.

Quais as vantagens e quem deve adquirir o servidor cloud?

Contratar um servidor é, sem dúvida, muito vantajoso para empresas. Pois com este serviço é possível reduzir custos com infraestrutura de TI.

Além disso, contar com este servidor garante mais espaço e segurança para os dados e aumento na produtividade. Isso porque o armazenamento em nuvem pode ser acedido em qualquer lugar e a qualquer hora.

Assim, quem está a empreender e com altas projeções de crescimento ou tem a intenção de virtualizar a infraestrutura da empresa, deve considerar a contratação deste tipo de servidor.

Dessa forma poderá usufruir de todos os benefícios que este modelo pode proporcionar para os negócio. Se tiver alguma dúvida, fale connosco. Temos todo o gosto em ajudar.